Com suas belezas naturais, a capital catarinense é rica em atrações. Basta aterrissar para perceber que a magia está no ar o ano todo.
Ao sobrevoar o mar azul de Florianópolis avistam-se barquinhos e a beleza que se encontra em solo firme em uma cidade que, de 1980 a 2008 dobrou de tamanho e população chegando 402 mil habitantes de acordo com o último censo.
Apesar de pequeno, o Aeroporto Internacional de Florianópolis acolhe visitantes brasileiros e estrangeiros que lá desembarcam em busca das belas praias da Ilha da Magia, como é conhecida a capital catarinense.
Atualmente Florianópolis oferece um dos melhores padrões de qualidade de vida com elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Organização das Nações Unidas (ONU). Este índice leva em consideração, dentre outros fatores, a segurança e a enorme quantidade de opções turísticas e de lazer do local.
Na histórica região central é fácil e seguro passear tendo como uma de suas principais atrações o Mercado Municipal que é uma excelente referência gastronômica, com os famosos bolinhos de bacalhau, sanduíches e tira-gostos, além de outras delícias do mar.
O mar, sem dúvida, é o maio chamariz da cidade na alta estação, entre dezembro e fevereiro, quando a cidade fica lotada de turistas.
Nos meses de frio a neblina torna a cidade ainda mais atrativa quando envolve praias, morros e mirantes.
Hercílio Luz, que foi morar na Europa, formou-se engenheiro civil pela Universidade de Liége, na Bélgica, e voltou ao Brasil para reconstruir Florianópolis colocando em prática todas as técnicas (novas para a época) que aprendera a fim de transformar a cidade em uma cidade modelo.
Foi responsável por muitas obras de saneamento e desenvolvimento e também pela mudança de nome para Florianópolis, em 1894, em homenagem ao então presidente da República, Marechal Floriano Peixoto.
Hercílio Luz foi governador de Santa Catarina por três vezes, em 1894, 1918 e 1922. Durante seu último mandato começou a construir a ponte que pretendia chamar de Ponte da Independência.
Em outubro de 1924 Hercílio morreu e em 1928, quando ficou pronta, a ponte tornou-se uma homenagem póstuma a seu criador e passou a se chamar Ponte Hercílio Luz.
Além da névoa que encobre as montanhas nos meses de inverno, seu apelido de Ilha da Magia é reforçado por histórias e contos de bruxas e fantasmas assombravam os pescadores.
São histórias tipicamente folclóricas com bruxas que promovem rituais durante as mudanças da Lua, que roubam barcos e que só fazem aumentar ainda mais os atrativos da Ilha de Florianópolis.
- Se logue ou se registre para poder enviar comentários
